Ninguém vai EXIBIDO EM 29 de setembro de 2015

No último episódio do Porta Afora, o jornalista Arthur Veríssimo conta que costuma ir a lugares onde quase ninguém vai, assim como o também jornalista René Silva, que mora no Alemão e viajou pra lugares onde ele nunca pensou que iria. Wagner Martins, empresário e blogueiro, conta sua experiência no festival Burning Man, no deserto da California.

Para onde Fabio Porchat terá ido ou  não ido? Qual o destino que a Rosana foi e que ninguém vai? Assista, não deixe de não ir! Não, péra…

Lugares que ninguém, ou quase ninguém, vai

Porta Afora - Ninguém vai

O jornalista Arthur Veríssimo costuma ir a lugares onde quase ninguém vai, como Papua Nova-Guiné, ou Madagascar. O jornalista René Silva mora no Alemão, onde muitos moram, mas viajou pra lugares onde ele nunca pensou que iria. Wagner Martins, empresário e blogueiro, conta sua experiência num lugar que existe-e-não existe, para o qual pouquíssimos vão, o festival Burning Man, no deserto da California. Para onde Fabio Porchat terá ido ou não ido? Qual o destino onde Rosana foi e que ninguém vai? Confira agora tudo que rolou no último episódio do Porta Afora.

Eu fui para uma cidade que tinha dois habitantes. -Fábio Porchat

Convidados do episódio Ninguém Vai

Tudo fica mais perto com a Internet. -Rosana Hermann

A festa dura 54 dias. Não tenho roupa pra ir nessa festa. -Rosana Hermann

A cidade ia mudando de cor ao longo do dia. -Fábio

SOBRE OS CONVIDADOS

Aline Campbell

Escritora. Viajou 3 meses na Europa e 4 meses no Brasil sem gastar nada, se hospedando de graça e viajando de carona.

Gosto muito de pegar carona quando viajo porque você se permite a conhecer a pessoa daquele lugar. -Aline Campbell

Arthur Veríssimo

Jornalista. Foi aproximadamente 20 vezes pra Índia, se considera meio parecido com o Sebastião Salgado (‘com a diferença que ele fotografa, mas não interage tanto quanto eu. Eu realmente vivo com as pessoas’). Cidade preferida: Katmandu. Cidade mais inóspita: peregrinação de Kailash, 52km ao redor da montanha, a 1.800km da capital Lhasa e é considerado o lugar mais sagrado da Terra, por ser o epicentro do grande terremoto que deu origem à Cordilheira. Mais engraçado: Papua-Nova Guiné: ‘coteca’, o protetor peniano. Mais perigoso: Chihuahua, para ir à tribo dos Ramures e Taharumas, os maiores corredores do mundo. Madagascar: conhecer um dos maiores tatuadores do mundo e o maior ovo do mundo do “Pássaro Elefante”.

Fui participar de uma festa única que é tipo um Carnaval aqui, mas nos olhos de um brasileiro, de um ocidental, é uma aberração. É o Festival da Piroca Cor de Rosa. -Arthur

René Silva

Jornalista. Viaja desde 2012 a trabalho, já foi pra Londres, NYC, Índia, Acre, SP e Sul do Brasil. Realidade que mais se identificou: Brooklyn e Harlem. Maior choque: Índia – extremos muito gritantes, e apesar da pobreza, não existe assalto.

Wagner Martins

Blogueiro (Cocadaboa). Destinos mais ousados:  Burning Man (deserto da Califórnia): festival de cultura e arte no meio do deserto onde as pessoas criam uma cidade itinerante durante 1 semana para experimentar novas vivências de todos os tipos; Trans Piauí: do Rio ao Piauí de ônibus e percebeu que em 12h de estrada é possível se isolar completamente do que consideramos civilização e ver feiras de escambo e moradias sem infra nenhuma, considerou uma viagem no tempo, não só geográfica; Lençóis Maranhenses: O lugar é incrível, mas sem infra pra receber o turista.

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